Odilon Carpes apresenta:
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Os Oito Véus
Os Oito Véus
Os Oito Véus
O Despertar
O Despertar
O Despertar
Algumas portas não deveriam ser abertas.
Algumas percepções não deveriam despertar.
Algumas portas não deveriam ser abertas.
Algumas percepções não deveriam despertar.
Algumas portas não deveriam ser abertas.
Algumas percepções não deveriam despertar.
Para Quem é este Livro
Para Quem é este Livro
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AMANTES DE MISTÉRIOS
AMANTES DE MISTÉRIOS
AMANTES DE MISTÉRIOS
CURIOSOS SOBRE A MENTE HUMANA
CURIOSOS SOBRE A MENTE HUMANA
CURIOSOS SOBRE A MENTE HUMANA
LEITORES DE FICÇÃO INTELIGENTE
LEITORES DE FICÇÃO INTELIGENTE
LEITORES DE FICÇÃO INTELIGENTE
FÃS DE SUSPENSE PSICOLÓGICO
FÃS DE SUSPENSE PSICOLÓGICO
FÃS DE SUSPENSE PSICOLÓGICO
AVENTUREIROS DA IMAGINAÇÃO
AVENTUREIROS DA IMAGINAÇÃO
AVENTUREIROS DA IMAGINAÇÃO
QUEM GOSTOU DE STRANGER THINGS E DARK
QUEM GOSTOU DE STRANGER THINGS E DARK
QUEM GOSTOU DE STRANGER THINGS E DARK
QUEM ACREDITA EM HISTÓRIAS QUE FICAM
QUEM ACREDITA EM HISTÓRIAS QUE FICAM
QUEM ACREDITA EM HISTÓRIAS QUE FICAM
QUEM JÁ TEVE A SENSAÇÃO DE QUE ALGO NÃO ERA COINCIDÊNCIA
QUEM JÁ TEVE A SENSAÇÃO DE QUE ALGO NÃO ERA COINCIDÊNCIA
QUEM JÁ TEVE A SENSAÇÃO DE QUE ALGO NÃO ERA COINCIDÊNCIA
OS OITO VÉUS
OS OITO VÉUS
OS OITO VÉUS
Alguns segredos permanecem escondidos por uma razão.
Tudo começa no porão da escola.
Quando Rafael retorna à sua cidade natal para recomeçar a vida, a última coisa que espera encontrar é um grupo de alunos curiosos, um antigo porão interditado sob um colégio quase centenário e perguntas para as quais ninguém parece ter respostas.
O que começa como uma simples investigação logo se transforma em algo muito maior.
Alguns segredos permanecem escondidos por uma razão.
Tudo começa no porão da escola.
Quando Rafael retorna à sua cidade natal para recomeçar a vida, a última coisa que espera encontrar é um grupo de alunos curiosos, um antigo porão interditado sob um colégio quase centenário e perguntas para as quais ninguém parece ter respostas.
O que começa como uma simples investigação logo se transforma em algo muito maior.
Alguns segredos permanecem escondidos por uma razão.
Tudo começa no porão da escola.
Quando Rafael retorna à sua cidade natal para recomeçar a vida, a última coisa que espera encontrar é um grupo de alunos curiosos, um antigo porão interditado sob um colégio quase centenário e perguntas para as quais ninguém parece ter respostas.
O que começa como uma simples investigação logo se transforma em algo muito maior.
À medida que se aproximam do mistério escondido sob a escola, oito jovens descobrem que certas experiências mudam mais do que a forma como enxergamos o mundo. Mudam a forma como enxergamos a nós mesmos.
Entre amizades improváveis, rivalidades, primeiros amores, escolhas difíceis e acontecimentos cada vez mais estranhos, o grupo precisará decidir até onde está disposto a ir em busca da verdade.
À medida que se aproximam do mistério escondido sob a escola, oito jovens descobrem que certas experiências mudam mais do que a forma como enxergamos o mundo. Mudam a forma como enxergamos a nós mesmos.
Entre amizades improváveis, rivalidades, primeiros amores, escolhas difíceis e acontecimentos cada vez mais estranhos, o grupo precisará decidir até onde está disposto a ir em busca da verdade.
À medida que se aproximam do mistério escondido sob a escola, oito jovens descobrem que certas experiências mudam mais do que a forma como enxergamos o mundo. Mudam a forma como enxergamos a nós mesmos.
Entre amizades improváveis, rivalidades, primeiros amores, escolhas difíceis e acontecimentos cada vez mais estranhos, o grupo precisará decidir até onde está disposto a ir em busca da verdade.
Porque alguns conhecimentos permanecem adormecidos há muito tempo.
E talvez exista um motivo para isso.
Uma história sobre amizade, pertencimento, coragem e os limites entre aquilo que acreditamos e aquilo que somos capazes de perceber.
Porque alguns conhecimentos permanecem adormecidos há muito tempo.
E talvez exista um motivo para isso.
Uma história sobre amizade, pertencimento, coragem e os limites entre aquilo que acreditamos e aquilo que somos capazes de perceber.
Porque alguns conhecimentos permanecem adormecidos há muito tempo.
E talvez exista um motivo para isso.
Uma história sobre amizade, pertencimento, coragem e os limites entre aquilo que acreditamos e aquilo que somos capazes de perceber.
Ideal para leitores que gostam de:
• Dark Academia
• Mistérios em escolas antigas
• Found Family
• Romance slow burn
• Fantasia contemporânea
• Filosofia e mitologia misturadas à ficção
O círculo começou.
E os véus apenas despertaram.
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• Dark Academia
• Mistérios em escolas antigas
• Found Family
• Romance slow burn
• Fantasia contemporânea
• Filosofia e mitologia misturadas à ficção
O círculo começou.
E os véus apenas despertaram.
Ideal para leitores que gostam de:
• Dark Academia
• Mistérios em escolas antigas
• Found Family
• Romance slow burn
• Fantasia contemporânea
• Filosofia e mitologia misturadas à ficção
O círculo começou.
E os véus apenas despertaram.
Odilon Carpes Moraes Filho
Odilon Carpes Moraes Filho
Odilon Carpes Moraes Filho
Engenheiro · Mestre em Direito · Instrutor de Yôga · Escritor
Engenheiro · Mestre em Direito · Instrutor de Yôga · Escritor
Engenheiro · Mestre em Direito · Instrutor de Yôga · Escritor
Por anos, contei histórias para a minha filha Duda dormir. Não histórias de livros — histórias que eu inventava ali, na hora, com personagens que voltavam toda noite e que ela foi aprendendo a cobrar como velhos amigos.
Em algum momento, ela parou de precisar das histórias para dormir. Mas eu não parei de inventá-las. E comecei a perceber que existia um universo inteiro que eu não sabia como nomear — a filosofia que pratico há quase vinte anos, hoje como instrutor de Yôga, os textos que leio, as perguntas que ficam sem resposta depois de uma aula — tudo isso esperava para se tornar narrativa.
Os 8 Véus é a minha tentativa de contar essa história de um jeito que qualquer pessoa possa sentir, mesmo que nunca tenha ouvido falar de siddhis ou de filosofia indiana.
É o livro que eu precisei escrever antes de qualquer outro.
Por anos, contei histórias para a minha filha Duda dormir. Não histórias de livros — histórias que eu inventava ali, na hora, com personagens que voltavam toda noite e que ela foi aprendendo a cobrar como velhos amigos.
Em algum momento, ela parou de precisar das histórias para dormir. Mas eu não parei de inventá-las. E comecei a perceber que existia um universo inteiro que eu não sabia como nomear — a filosofia que pratico há quase vinte anos, hoje como instrutor de Yôga, os textos que leio, as perguntas que ficam sem resposta depois de uma aula — tudo isso esperava para se tornar narrativa.
Os 8 Véus é a minha tentativa de contar essa história de um jeito que qualquer pessoa possa sentir, mesmo que nunca tenha ouvido falar de siddhis ou de filosofia indiana.
É o livro que eu precisei escrever antes de qualquer outro.
Por anos, contei histórias para a minha filha Duda dormir. Não histórias de livros — histórias que eu inventava ali, na hora, com personagens que voltavam toda noite e que ela foi aprendendo a cobrar como velhos amigos.
Em algum momento, ela parou de precisar das histórias para dormir. Mas eu não parei de inventá-las. E comecei a perceber que existia um universo inteiro que eu não sabia como nomear — a filosofia que pratico há quase vinte anos, hoje como instrutor de Yôga, os textos que leio, as perguntas que ficam sem resposta depois de uma aula — tudo isso esperava para se tornar narrativa.
Os 8 Véus é a minha tentativa de contar essa história de um jeito que qualquer pessoa possa sentir, mesmo que nunca tenha ouvido falar de siddhis ou de filosofia indiana.
É o livro que eu precisei escrever antes de qualquer outro.
Escrevi este livro para termos mais um assunto, eu e ela. Virou algo maior do que eu esperava.
Escrevi este livro para termos mais um assunto, eu e ela. Virou algo maior do que eu esperava.
Escrevi este livro para termos mais um assunto, eu e ela. Virou algo maior do que eu esperava.
Rafael tinha 21 anos e já não estudava mais no colégio havia algum tempo. Alto, magro, cabelos escuros quase sempre desalinhados, carregava uma calma estranha para alguém da idade dele. Havia largado a faculdade para dar aulas de Yôga, decisão que muitos ainda tratavam como uma fase passageira, mas que nele parecia definitiva demais para ser improviso.
Ele sempre acreditou estar no controle. Até perceber que talvez fosse o único sem respostas.
Rafael tinha 21 anos e já não estudava mais no colégio havia algum tempo. Alto, magro, cabelos escuros quase sempre desalinhados, carregava uma calma estranha para alguém da idade dele. Havia largado a faculdade para dar aulas de Yôga, decisão que muitos ainda tratavam como uma fase passageira, mas que nele parecia definitiva demais para ser improviso.
Ele sempre acreditou estar no controle. Até perceber que talvez fosse o único sem respostas.
Rafael tinha 21 anos e já não estudava mais no colégio havia algum tempo. Alto, magro, cabelos escuros quase sempre desalinhados, carregava uma calma estranha para alguém da idade dele. Havia largado a faculdade para dar aulas de Yôga, decisão que muitos ainda tratavam como uma fase passageira, mas que nele parecia definitiva demais para ser improviso.
Ele sempre acreditou estar no controle. Até perceber que talvez fosse o único sem respostas.
Clara tinha 17 anos e parecia ocupar menos espaço do que realmente ocupava. Sempre escondida atrás de óculos grandes demais e dos cabelos castanhos crespos que quase cobriam o rosto, falava pouco, estudava muito e passava facilmente despercebida na turma. Mas, depois do porão, algo começou a mudar aos poucos. Pela primeira vez, Clara se viu andando ao lado dos alunos mais populares do colégio — especialmente Lívia — como se, sem entender exatamente quando, tivesse sido puxada para dentro de um grupo ao qual nunca imaginou pertencer.
Ela percebia mudanças pequenas demais para explicar — e grandes demais para ignorar.
Clara tinha 17 anos e parecia ocupar menos espaço do que realmente ocupava. Sempre escondida atrás de óculos grandes demais e dos cabelos castanhos crespos que quase cobriam o rosto, falava pouco, estudava muito e passava facilmente despercebida na turma. Mas, depois do porão, algo começou a mudar aos poucos. Pela primeira vez, Clara se viu andando ao lado dos alunos mais populares do colégio — especialmente Lívia — como se, sem entender exatamente quando, tivesse sido puxada para dentro de um grupo ao qual nunca imaginou pertencer.
Ela percebia mudanças pequenas demais para explicar — e grandes demais para ignorar.
Clara tinha 17 anos e parecia ocupar menos espaço do que realmente ocupava. Sempre escondida atrás de óculos grandes demais e dos cabelos castanhos crespos que quase cobriam o rosto, falava pouco, estudava muito e passava facilmente despercebida na turma. Mas, depois do porão, algo começou a mudar aos poucos. Pela primeira vez, Clara se viu andando ao lado dos alunos mais populares do colégio — especialmente Lívia — como se, sem entender exatamente quando, tivesse sido puxada para dentro de um grupo ao qual nunca imaginou pertencer.
Ela percebia mudanças pequenas demais para explicar — e grandes demais para ignorar.
Lívia tinha 17 anos e entrava nos lugares como quem já esperava ser notada. Cabelos dourados, olhos claros e uma confiança quase irritante para quem não a conhecia direito, parecia saída de algum seriado adolescente — o tipo de garota que fala alto, ri sem pedir desculpas e faz as pessoas acompanharem seu ritmo sem perceber. Mas, por trás da energia constante e das respostas rápidas, havia alguém que gostava de mover as coisas ao redor, testar limites e puxar os outros para perto, como se o mundo parado fosse insuportável demais para ela.
Algumas pessoas ocupavam espaço. Lívia alterava a atmosfera
Lívia tinha 17 anos e entrava nos lugares como quem já esperava ser notada. Cabelos dourados, olhos claros e uma confiança quase irritante para quem não a conhecia direito, parecia saída de algum seriado adolescente — o tipo de garota que fala alto, ri sem pedir desculpas e faz as pessoas acompanharem seu ritmo sem perceber. Mas, por trás da energia constante e das respostas rápidas, havia alguém que gostava de mover as coisas ao redor, testar limites e puxar os outros para perto, como se o mundo parado fosse insuportável demais para ela.
Algumas pessoas ocupavam espaço. Lívia alterava a atmosfera
Lívia tinha 17 anos e entrava nos lugares como quem já esperava ser notada. Cabelos dourados, olhos claros e uma confiança quase irritante para quem não a conhecia direito, parecia saída de algum seriado adolescente — o tipo de garota que fala alto, ri sem pedir desculpas e faz as pessoas acompanharem seu ritmo sem perceber. Mas, por trás da energia constante e das respostas rápidas, havia alguém que gostava de mover as coisas ao redor, testar limites e puxar os outros para perto, como se o mundo parado fosse insuportável demais para ela.
Algumas pessoas ocupavam espaço. Lívia alterava a atmosfera
Bruno tinha 17 anos, postura firme e um rosto sério que fazia muita gente achar que ele estava sempre irritado. Forte, racional e direto, gostava de transformar tudo em lógica antes que a emoção bagunçasse as coisas. Era o tipo de pessoa que observava mais do que falava e que confiava muito mais em padrões do que em intuição. Ainda assim, desde o porão, vinha percebendo situações que simplesmente não encaixavam direito em nenhuma explicação confortável — e isso o incomodava mais do que demonstrava.
Ele sempre acreditou que tudo tinha explicação. Até as coisas começarem a acontecer cedo demais.
Bruno tinha 17 anos, postura firme e um rosto sério que fazia muita gente achar que ele estava sempre irritado. Forte, racional e direto, gostava de transformar tudo em lógica antes que a emoção bagunçasse as coisas. Era o tipo de pessoa que observava mais do que falava e que confiava muito mais em padrões do que em intuição. Ainda assim, desde o porão, vinha percebendo situações que simplesmente não encaixavam direito em nenhuma explicação confortável — e isso o incomodava mais do que demonstrava.
Ele sempre acreditou que tudo tinha explicação. Até as coisas começarem a acontecer cedo demais.
Bruno tinha 17 anos, postura firme e um rosto sério que fazia muita gente achar que ele estava sempre irritado. Forte, racional e direto, gostava de transformar tudo em lógica antes que a emoção bagunçasse as coisas. Era o tipo de pessoa que observava mais do que falava e que confiava muito mais em padrões do que em intuição. Ainda assim, desde o porão, vinha percebendo situações que simplesmente não encaixavam direito em nenhuma explicação confortável — e isso o incomodava mais do que demonstrava.
Ele sempre acreditou que tudo tinha explicação. Até as coisas começarem a acontecer cedo demais.
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